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	<title>Comments on: O golpe de 1º de abril</title>
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	<description>Apenas um blog meio... meio...?  sociológico!</description>
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		<title>By: Em busca da anti-autoria perdida &#171; Algodão Hidrófilo</title>
		<link>http://www.carlosmagalhaes.com.br/archives/542/comment-page-1#comment-465</link>
		<dc:creator>Em busca da anti-autoria perdida &#171; Algodão Hidrófilo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 11:23:23 +0000</pubDate>
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		<description>[...] tomar as rédeas de nossa capacidade de sujeitos e autores. Precisamos contar as histórias não contadas. Histórias que tem o poder de colocar coisas sob outros ângulos até agora desapercebidos – e [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] tomar as rédeas de nossa capacidade de sujeitos e autores. Precisamos contar as histórias não contadas. Histórias que tem o poder de colocar coisas sob outros ângulos até agora desapercebidos – e [...]</p>
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		<title>By: Tatiana</title>
		<link>http://www.carlosmagalhaes.com.br/archives/542/comment-page-1#comment-177</link>
		<dc:creator>Tatiana</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 23:40:50 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Carlos, realmente a juventude de hoje desconhece a verdadeira história.
Por isso é interessante o trabalho da Comissão de Anistia do Ministerio da Justiça, que tem levado os julgamentos de processsos dos perseguidos políticos a todo Brasil. São as chamadas Caravanas da Anistia, e são uma forma de divulgar o que aconteceu a época, para que não se repita.

Um abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Carlos, realmente a juventude de hoje desconhece a verdadeira história.<br />
Por isso é interessante o trabalho da Comissão de Anistia do Ministerio da Justiça, que tem levado os julgamentos de processsos dos perseguidos políticos a todo Brasil. São as chamadas Caravanas da Anistia, e são uma forma de divulgar o que aconteceu a época, para que não se repita.</p>
<p>Um abraço!</p>
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	<item>
		<title>By: Carlos Magalhaes</title>
		<link>http://www.carlosmagalhaes.com.br/archives/542/comment-page-1#comment-173</link>
		<dc:creator>Carlos Magalhaes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 19:54:21 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigado, Neto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado, Neto.</p>
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		<title>By: Carlos Magalhaes</title>
		<link>http://www.carlosmagalhaes.com.br/archives/542/comment-page-1#comment-172</link>
		<dc:creator>Carlos Magalhaes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 19:54:03 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigado, Eduardo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado, Eduardo.</p>
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		<title>By: Carlos Magalhaes</title>
		<link>http://www.carlosmagalhaes.com.br/archives/542/comment-page-1#comment-171</link>
		<dc:creator>Carlos Magalhaes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 19:53:38 +0000</pubDate>
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		<description>Essa citação do Hobsbawn é ótima, Flávia. Estava com essa idéia de &quot;presente contínuo&quot; na cabeça quando escrevi o texto, mas não lembrava onde tinha lido.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Essa citação do Hobsbawn é ótima, Flávia. Estava com essa idéia de &#8220;presente contínuo&#8221; na cabeça quando escrevi o texto, mas não lembrava onde tinha lido.</p>
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		<title>By: Flavia</title>
		<link>http://www.carlosmagalhaes.com.br/archives/542/comment-page-1#comment-161</link>
		<dc:creator>Flavia</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 18:14:14 +0000</pubDate>
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		<description>Carlos,

O texto também me fez rememorar. Eu era bem criança - uns 10 anos - quando percebi toda a felicidade e a festa das diretas (na época não sabia bem o que era, só notei a empolgação das pessoas e os cartazes pela rua). Para mim também fazia parte da natureza cantar o hino no páteo em fila indiana, antes de subirmos para a sala de aula.

Também sou professora e me espanto tanto com meus estudantes colombianos que moram há anos no Brasil e não sabem quem é Dantas, de Sanctis, Gilmar Mendes... assim como com os novinhos brasileiros que perguntam &quot;muro?&quot; quando falo da queda do muro...

Eric Hobsbaum fala sobre isso: &quot;A destruição do passado - ou melhor, dos mecanismos sociais que vinculam nossa experiência pessoal à das gerações passadas - é um dos fenômenos mais característicos e lúgubres do final do século XX. Quase todos os jovens de hoje crescem numa espécie de presente contínuo, sem qualquer relação orgânica com o passado público da época em que vivem&quot; (Era dos Extremos)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos,</p>
<p>O texto também me fez rememorar. Eu era bem criança &#8211; uns 10 anos &#8211; quando percebi toda a felicidade e a festa das diretas (na época não sabia bem o que era, só notei a empolgação das pessoas e os cartazes pela rua). Para mim também fazia parte da natureza cantar o hino no páteo em fila indiana, antes de subirmos para a sala de aula.</p>
<p>Também sou professora e me espanto tanto com meus estudantes colombianos que moram há anos no Brasil e não sabem quem é Dantas, de Sanctis, Gilmar Mendes&#8230; assim como com os novinhos brasileiros que perguntam &#8220;muro?&#8221; quando falo da queda do muro&#8230;</p>
<p>Eric Hobsbaum fala sobre isso: &#8220;A destruição do passado &#8211; ou melhor, dos mecanismos sociais que vinculam nossa experiência pessoal à das gerações passadas &#8211; é um dos fenômenos mais característicos e lúgubres do final do século XX. Quase todos os jovens de hoje crescem numa espécie de presente contínuo, sem qualquer relação orgânica com o passado público da época em que vivem&#8221; (Era dos Extremos)</p>
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		<title>By: Eduardo Prado</title>
		<link>http://www.carlosmagalhaes.com.br/archives/542/comment-page-1#comment-159</link>
		<dc:creator>Eduardo Prado</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 16:19:11 +0000</pubDate>
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		<description>Reforço o que foi escrito no comentário acima. Ótimo texto!

Eu também passei parte da minha infância sob a ditadura, mas minha única lembrança desse período é &quot;A Semana do Presidente&quot;, quadro do programa Silvio Santos que mostrava aos brasileiros o que seu querido presidente havia feito pelo país na semana anterior. Só me dei conta de que Figueiredo era um &quot;ditador&quot; bem depois da morte de Tancredo e da posse de Sarney, foi em 1986 que a ficha caiu, graças a um professor de Educação Moral e Cívica da sexta série.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Reforço o que foi escrito no comentário acima. Ótimo texto!</p>
<p>Eu também passei parte da minha infância sob a ditadura, mas minha única lembrança desse período é &#8220;A Semana do Presidente&#8221;, quadro do programa Silvio Santos que mostrava aos brasileiros o que seu querido presidente havia feito pelo país na semana anterior. Só me dei conta de que Figueiredo era um &#8220;ditador&#8221; bem depois da morte de Tancredo e da posse de Sarney, foi em 1986 que a ficha caiu, graças a um professor de Educação Moral e Cívica da sexta série.</p>
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		<title>By: Neto</title>
		<link>http://www.carlosmagalhaes.com.br/archives/542/comment-page-1#comment-157</link>
		<dc:creator>Neto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 23:35:40 +0000</pubDate>
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		<description>Prezado Carlos,

Seu relato é maravilhoso. Demonstra o como é rápida e imperceptível a &quot;amnésia da gênese&quot;.

O desconhecimento não só da história, porque sob a educação estatal ela significa somente sequência de fatos oficialmente relatados, mas também o desconhecimento da contextualização dos significados, das lutas, das oposições, dos conceitos em jogo etc. pode mudar o curso das coisas.

A escola realmente possui um lugar privilegiado na &quot;reprodução&quot; da vida social.

Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Carlos,</p>
<p>Seu relato é maravilhoso. Demonstra o como é rápida e imperceptível a &#8220;amnésia da gênese&#8221;.</p>
<p>O desconhecimento não só da história, porque sob a educação estatal ela significa somente sequência de fatos oficialmente relatados, mas também o desconhecimento da contextualização dos significados, das lutas, das oposições, dos conceitos em jogo etc. pode mudar o curso das coisas.</p>
<p>A escola realmente possui um lugar privilegiado na &#8220;reprodução&#8221; da vida social.</p>
<p>Abraços</p>
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