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	<title>Comments on: Sou feliz por ser ateu (continuação) ou Entrando na briga!</title>
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	<description>Apenas um blog meio... meio...?  sociológico!</description>
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		<title>By: MANUELLA</title>
		<link>http://www.carlosmagalhaes.com.br/archives/728/comment-page-1#comment-713</link>
		<dc:creator>MANUELLA</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 19:42:28 +0000</pubDate>
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		<description>VCS NAO SABEM O Q PERDEM, SER DE JESUS É BOM DEMAIS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! INDEPENDENTE DE RELIGIÃO!!!!!!!!!!!!!! DEUS É MAIS Q FIEL, SO ELE PODE REALIZAR O  Q NÃO PODEMOS!!!!!!!! CONVERTAM-sE ANTES Q SOFRAM!!!!!!!!!!!!!!!!sejam verdadeiramente felizes, esse mundo cão so tem alegrias provisoriAs, e ele e a felicidade etrna!!!!!!!!!! DEUS ESTEJA SEMPRE CONVOSCO !!!!!!!!!!!FIQUEM NA VERDADEIRA paz!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>VCS NAO SABEM O Q PERDEM, SER DE JESUS É BOM DEMAIS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! INDEPENDENTE DE RELIGIÃO!!!!!!!!!!!!!! DEUS É MAIS Q FIEL, SO ELE PODE REALIZAR O  Q NÃO PODEMOS!!!!!!!! CONVERTAM-sE ANTES Q SOFRAM!!!!!!!!!!!!!!!!sejam verdadeiramente felizes, esse mundo cão so tem alegrias provisoriAs, e ele e a felicidade etrna!!!!!!!!!! DEUS ESTEJA SEMPRE CONVOSCO !!!!!!!!!!!FIQUEM NA VERDADEIRA paz!</p>
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		<title>By: Branco Leone</title>
		<link>http://www.carlosmagalhaes.com.br/archives/728/comment-page-1#comment-626</link>
		<dc:creator>Branco Leone</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 04:59:27 +0000</pubDate>
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		<description>Agradeço a referência, mas seu &quot;enfim&quot; está absolutamente adequado. Eu mesmo o usaria.
E esse adesivo do Darwin, hein? Genial.
Abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Agradeço a referência, mas seu &#8220;enfim&#8221; está absolutamente adequado. Eu mesmo o usaria.<br />
E esse adesivo do Darwin, hein? Genial.<br />
Abraço</p>
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	<item>
		<title>By: Paulo</title>
		<link>http://www.carlosmagalhaes.com.br/archives/728/comment-page-1#comment-383</link>
		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2009 13:47:00 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo com o Gabriel.

Não consigo ver racionalidade alguma no discurso religioso teísta.
Qualquer procedimento racional adotado fica comprometido pela teleologia da conclusão: existe um ser idêntico a si mesmo, independente de causas e condições que é, ele mesmo, causa e condição dos demais fenômenos - e mais, esse ente teria preferência e amaria uma determinada espécie de um planeta pequenininho nos confins de uma galáxia qualquer.

A &quot;fidelidade&quot; e comprometimento de um ser deste tipo com um determinado povo é-me ainda mais difícil de entender como vinculada a alguma racionalidade.

Quando vejo religião, só consigo ver discurso de dominação. Determinado grupo tentando sobrepor-se a outro, com &quot;seu&quot; deus sendo superior ao do vizinho.

Creio que o prof. Carlos &quot;pegou&quot; bem a questão dos adesivos.
É um deus lutando contra outro - na verdade, um grupo lutando contra outro e usando elementos de coesão (como a crença) como mais um instrumento de diferenciação/identidade e demarcação de territórios - em especial pq hoje, no Brasil, há um grupo em expansão e este grupo deseja, cada vez mais, moldar o mundo ao redor à sua imagem e semelhança.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com o Gabriel.</p>
<p>Não consigo ver racionalidade alguma no discurso religioso teísta.<br />
Qualquer procedimento racional adotado fica comprometido pela teleologia da conclusão: existe um ser idêntico a si mesmo, independente de causas e condições que é, ele mesmo, causa e condição dos demais fenômenos &#8211; e mais, esse ente teria preferência e amaria uma determinada espécie de um planeta pequenininho nos confins de uma galáxia qualquer.</p>
<p>A &#8220;fidelidade&#8221; e comprometimento de um ser deste tipo com um determinado povo é-me ainda mais difícil de entender como vinculada a alguma racionalidade.</p>
<p>Quando vejo religião, só consigo ver discurso de dominação. Determinado grupo tentando sobrepor-se a outro, com &#8220;seu&#8221; deus sendo superior ao do vizinho.</p>
<p>Creio que o prof. Carlos &#8220;pegou&#8221; bem a questão dos adesivos.<br />
É um deus lutando contra outro &#8211; na verdade, um grupo lutando contra outro e usando elementos de coesão (como a crença) como mais um instrumento de diferenciação/identidade e demarcação de territórios &#8211; em especial pq hoje, no Brasil, há um grupo em expansão e este grupo deseja, cada vez mais, moldar o mundo ao redor à sua imagem e semelhança.</p>
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		<title>By: Carlos Magalhaes</title>
		<link>http://www.carlosmagalhaes.com.br/archives/728/comment-page-1#comment-364</link>
		<dc:creator>Carlos Magalhaes</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2009 14:29:01 +0000</pubDate>
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		<description>Gabriel, vou escrever um post explicando que tenho cabeça e olhos de sociólogo. O &quot;dever ser&quot; me interessa muito pouco. Me interesso mais pela &quot;vida como ela é&quot;. 

Não rejeito o discurso religioso como se fosse &quot;a priori desprovido de racionalidade&quot;. Reconheço a existência de um discurso religioso importante, válido, racional, etc. 

Mas esse discurso não me interessa muito. Penso que ele foi, é e sempre será marginal e minoritário. A vida religiosa plena e/ou o conhecimento profundo da religião/filosofia/metatísica é inacessível, desinteressante e tedioso para a maioria dos mortais. 

Todas as religiões têm a versão &quot;full&quot; e a &quot;light&quot; ou vulgar (para consumo das massas). O que me interessa é a experiência religiosa vulgar das pessoas comuns. 

Quando digo que não entendo o &quot;Deus é Fiel&quot;, quero dizer que não entendo a &quot;mensagem&quot; que um crente que não entende bulhufas de teologia e história da religião pretende passar com essa frase grudada no vidro do carro. 

Me interesso, enfim, pela vivência religiosa do leitor (quando muito) de Augusto Cury e não de Parmênides. Vou parar por aqui, continuo em um post depois.

Abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gabriel, vou escrever um post explicando que tenho cabeça e olhos de sociólogo. O &#8220;dever ser&#8221; me interessa muito pouco. Me interesso mais pela &#8220;vida como ela é&#8221;. </p>
<p>Não rejeito o discurso religioso como se fosse &#8220;a priori desprovido de racionalidade&#8221;. Reconheço a existência de um discurso religioso importante, válido, racional, etc. </p>
<p>Mas esse discurso não me interessa muito. Penso que ele foi, é e sempre será marginal e minoritário. A vida religiosa plena e/ou o conhecimento profundo da religião/filosofia/metatísica é inacessível, desinteressante e tedioso para a maioria dos mortais. </p>
<p>Todas as religiões têm a versão &#8220;full&#8221; e a &#8220;light&#8221; ou vulgar (para consumo das massas). O que me interessa é a experiência religiosa vulgar das pessoas comuns. </p>
<p>Quando digo que não entendo o &#8220;Deus é Fiel&#8221;, quero dizer que não entendo a &#8220;mensagem&#8221; que um crente que não entende bulhufas de teologia e história da religião pretende passar com essa frase grudada no vidro do carro. </p>
<p>Me interesso, enfim, pela vivência religiosa do leitor (quando muito) de Augusto Cury e não de Parmênides. Vou parar por aqui, continuo em um post depois.</p>
<p>Abraço.</p>
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	<item>
		<title>By: Gabriel Ferreira</title>
		<link>http://www.carlosmagalhaes.com.br/archives/728/comment-page-1#comment-363</link>
		<dc:creator>Gabriel Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2009 13:58:12 +0000</pubDate>
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		<description>Carlos.

É realmente muito boa sua percepção sobre a &quot;guerra dos adesivos&quot; (excelente expressão, inclusive). Mas seu post (e comentários como o do Paulo) acabam por instanciar aquillo que eu já comentava:
1. Há um banimento do discurso religioso como a priori desprovido de racionalidade, o que é uma tolice até considerada do ponto de vista histórico.
2. Você diz não entender, o Paulo diz lembrar do &quot;totó&quot;. Para além das associações livres, há uma incapacidade sistêmica da parte dos não-crentes em buscar seriamente um mínimo de conhecimento até para encamparem críticas. 

Remeter-se à fidelidade divina advém da própria concepção hebraica de verdade (Emunah). Ela se dá em estreita conexão com a manifestação do nome de Deus em Ex. 3. Deus &quot;é Aquele que é&quot; e que por isso pode comprometer-se com os seus de maneira imutável e perene (a constante rememoração de que Deus é o Deus de Abraão, Isaac e Jacó não tem outra função). Desse modo a experiência histórica de Deus pelo povo hebreu passa necessariamente pela constância e fidelidade de Deus na permanente atualização de sua aliança. Nada de estranho. Leia-se Parmênides, filósofo grego, que acaba por dizer que se o Ser é, é necessariamente perene e para além do devir, portanto, sem movimento ou mudança. É exatamente o que diz a experiência judaica de seu Deus e que passa obviamente para a tradição cristã.

Contudo, corroboro a crítica relacionada ao uso indevido ou mesmo instrumental e esvaziado de sentido por parte, sobretudo, dos protestantes. Mas abster-se do conhecimento mínimo não contribui nem para o debate.

Grande abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos.</p>
<p>É realmente muito boa sua percepção sobre a &#8220;guerra dos adesivos&#8221; (excelente expressão, inclusive). Mas seu post (e comentários como o do Paulo) acabam por instanciar aquillo que eu já comentava:<br />
1. Há um banimento do discurso religioso como a priori desprovido de racionalidade, o que é uma tolice até considerada do ponto de vista histórico.<br />
2. Você diz não entender, o Paulo diz lembrar do &#8220;totó&#8221;. Para além das associações livres, há uma incapacidade sistêmica da parte dos não-crentes em buscar seriamente um mínimo de conhecimento até para encamparem críticas. </p>
<p>Remeter-se à fidelidade divina advém da própria concepção hebraica de verdade (Emunah). Ela se dá em estreita conexão com a manifestação do nome de Deus em Ex. 3. Deus &#8220;é Aquele que é&#8221; e que por isso pode comprometer-se com os seus de maneira imutável e perene (a constante rememoração de que Deus é o Deus de Abraão, Isaac e Jacó não tem outra função). Desse modo a experiência histórica de Deus pelo povo hebreu passa necessariamente pela constância e fidelidade de Deus na permanente atualização de sua aliança. Nada de estranho. Leia-se Parmênides, filósofo grego, que acaba por dizer que se o Ser é, é necessariamente perene e para além do devir, portanto, sem movimento ou mudança. É exatamente o que diz a experiência judaica de seu Deus e que passa obviamente para a tradição cristã.</p>
<p>Contudo, corroboro a crítica relacionada ao uso indevido ou mesmo instrumental e esvaziado de sentido por parte, sobretudo, dos protestantes. Mas abster-se do conhecimento mínimo não contribui nem para o debate.</p>
<p>Grande abraço.</p>
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