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	<title>Comments on: Analfabetismo Cognitivo (continuação e algumas ponderações)</title>
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	<description>Apenas um blog meio... meio...?  sociológico!</description>
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		<title>By: Thiago Amorim Caminada</title>
		<link>http://www.carlosmagalhaes.com.br/archives/901/comment-page-1#comment-639</link>
		<dc:creator>Thiago Amorim Caminada</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 01:02:09 +0000</pubDate>
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		<description>Olá professor Carlos.

Antes de mais nada, quero dizer que acompanho seu blog há um tempo, desde antes de migrar para o Wordpress. Acompanho porque me interessa muito os assuntos das ciências sociais e políticas.

Resolvi sair do anonimato, pois é um fato recorrente no curso de Jornalismo que faço, na Univali, em SC. E, talvez até, um fato muito mais preocupante nos bancos acadêmicos da profissão jornalística, marcada pela crítica e intelectualidade.

Pois é, muitos de meus colegas, mesmo estando no sexto período, insistem nas suas filosofias de banheiro. Salvo algumas exceções. Alguns, demonstram uma espécie de preguiça em fazer algum esforço mental maior do que o de costume. Outros, o que, e se vê de longe, é bagagem intelectual. São ótimos alunos na reprodução das técnicas e decoradores de conceitos. Mas quando é exigido um pouco mais, caem nos mesmos argumentos da filosofia de banheiro, onde a vida é linda e o pensamento positivo vai construir a paz mundial, algum dia.

Ao ter citado Machado de Assis, lembro de um artigo muito famoso do maior escritor brasileiro. Em &quot;O Ideal do Crítico&quot; o autor assinala com maestria: &quot;Não compreendo o crítico sem consciência. A ciência e a consciência, eis as duas condições principais para exercer a crítica&quot;.

Com as palavras do mestre Machado de Assis, termino por aqui. Espero ter contribuído como aluno de universidade particular e como leitor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá professor Carlos.</p>
<p>Antes de mais nada, quero dizer que acompanho seu blog há um tempo, desde antes de migrar para o Wordpress. Acompanho porque me interessa muito os assuntos das ciências sociais e políticas.</p>
<p>Resolvi sair do anonimato, pois é um fato recorrente no curso de Jornalismo que faço, na Univali, em SC. E, talvez até, um fato muito mais preocupante nos bancos acadêmicos da profissão jornalística, marcada pela crítica e intelectualidade.</p>
<p>Pois é, muitos de meus colegas, mesmo estando no sexto período, insistem nas suas filosofias de banheiro. Salvo algumas exceções. Alguns, demonstram uma espécie de preguiça em fazer algum esforço mental maior do que o de costume. Outros, o que, e se vê de longe, é bagagem intelectual. São ótimos alunos na reprodução das técnicas e decoradores de conceitos. Mas quando é exigido um pouco mais, caem nos mesmos argumentos da filosofia de banheiro, onde a vida é linda e o pensamento positivo vai construir a paz mundial, algum dia.</p>
<p>Ao ter citado Machado de Assis, lembro de um artigo muito famoso do maior escritor brasileiro. Em &#8220;O Ideal do Crítico&#8221; o autor assinala com maestria: &#8220;Não compreendo o crítico sem consciência. A ciência e a consciência, eis as duas condições principais para exercer a crítica&#8221;.</p>
<p>Com as palavras do mestre Machado de Assis, termino por aqui. Espero ter contribuído como aluno de universidade particular e como leitor.</p>
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		<title>By: Flavia</title>
		<link>http://www.carlosmagalhaes.com.br/archives/901/comment-page-1#comment-613</link>
		<dc:creator>Flavia</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 15:45:53 +0000</pubDate>
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		<description>Sim, a desgraça que tem suas origens na briga de padres que é tanto a origem medieval da universidade como instituição como também origem da inquisição (Borges tem uns contos maravilhosos fundamentados no eruditismo deste homem, pois wikipediei e encontrei as origens histórico-filosóficas das facções caçadas pela igreja das muitas interpretações hereges da santíssima trindade na igreja que estão em formato de conto em Borges - não me lembro o nome dos contos, desculpe)

Vive la Wikipediá! Sou defensora dela. Por mais que seja tomada como não-ferramenta de pesquisa pela academia (e que os acadêmicos a usem por baixo do pano, como se fosse site de pornoografia - todo mundo usa, mas ninguém admite). Assim como se deve filtrar mesmo os autores mais clássicos, é óbvio que se deve filtrar o que se lê em qualquer html, mas eles podem servir de porta de acesso - liberação - de um conhecimento ainda não adquirido. Vive! Vive! Le Roi est mort! Vive le Roi! ks ks</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, a desgraça que tem suas origens na briga de padres que é tanto a origem medieval da universidade como instituição como também origem da inquisição (Borges tem uns contos maravilhosos fundamentados no eruditismo deste homem, pois wikipediei e encontrei as origens histórico-filosóficas das facções caçadas pela igreja das muitas interpretações hereges da santíssima trindade na igreja que estão em formato de conto em Borges &#8211; não me lembro o nome dos contos, desculpe)</p>
<p>Vive la Wikipediá! Sou defensora dela. Por mais que seja tomada como não-ferramenta de pesquisa pela academia (e que os acadêmicos a usem por baixo do pano, como se fosse site de pornoografia &#8211; todo mundo usa, mas ninguém admite). Assim como se deve filtrar mesmo os autores mais clássicos, é óbvio que se deve filtrar o que se lê em qualquer html, mas eles podem servir de porta de acesso &#8211; liberação &#8211; de um conhecimento ainda não adquirido. Vive! Vive! Le Roi est mort! Vive le Roi! ks ks</p>
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		<title>By: Flavia</title>
		<link>http://www.carlosmagalhaes.com.br/archives/901/comment-page-1#comment-612</link>
		<dc:creator>Flavia</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 15:34:28 +0000</pubDate>
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		<description>É claro que não se escapa das contradições do mundo facilmente. Como leitora de blogs, eu constituo a rede (o meu blogroll, por exemplo), por onde eu trafego preferencialmente. E nem preciso entrar na minha página, pois por saber que o Imaginação Sociológica traz à pauta assuntos que me suscitam outras questões eu googlo ele sempre (pode-se dizer que é o tipo de diletantismo necessário à nutrição da imaginação sociológica, pois os assuntos só são recortados por que o senso comum assumiu a demanda acadêmica como forma necessária de produção de conhecimento sólido)
No entanto, o Imaginação Sociológica continua a nutrir meu pendor wrightmilliano.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É claro que não se escapa das contradições do mundo facilmente. Como leitora de blogs, eu constituo a rede (o meu blogroll, por exemplo), por onde eu trafego preferencialmente. E nem preciso entrar na minha página, pois por saber que o Imaginação Sociológica traz à pauta assuntos que me suscitam outras questões eu googlo ele sempre (pode-se dizer que é o tipo de diletantismo necessário à nutrição da imaginação sociológica, pois os assuntos só são recortados por que o senso comum assumiu a demanda acadêmica como forma necessária de produção de conhecimento sólido)<br />
No entanto, o Imaginação Sociológica continua a nutrir meu pendor wrightmilliano.</p>
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		<title>By: Carlos Magalhaes</title>
		<link>http://www.carlosmagalhaes.com.br/archives/901/comment-page-1#comment-611</link>
		<dc:creator>Carlos Magalhaes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 15:30:19 +0000</pubDate>
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		<description>Gosto muito do Geertz, Flávia. Não faço essa separação &quot;sociologia X antropologia&quot;, apesar de ter me formado em um curso de Ciências Sociais onde essa rivalidade era cultivada. E a coisa piorou muito. O Departamento de Sociologia e Antropologia da Fafich/UFMG está em processo de separação. Parece que vão separar até os cursos. Penso que isso é uma verdadeira desgraça.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gosto muito do Geertz, Flávia. Não faço essa separação &#8220;sociologia X antropologia&#8221;, apesar de ter me formado em um curso de Ciências Sociais onde essa rivalidade era cultivada. E a coisa piorou muito. O Departamento de Sociologia e Antropologia da Fafich/UFMG está em processo de separação. Parece que vão separar até os cursos. Penso que isso é uma verdadeira desgraça.</p>
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	<item>
		<title>By: Flavia</title>
		<link>http://www.carlosmagalhaes.com.br/archives/901/comment-page-1#comment-610</link>
		<dc:creator>Flavia</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 15:27:34 +0000</pubDate>
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		<description>Mesmo dentro da melhor das melhores academias, o analfabetismo cognitivo ocorre (comentários em https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7366855284699106501&amp;postID=3405111608134082953). 

Já somos cyborgs faz tempo http://www.stanford.edu/dept/HPS/Haraway/CyborgManifesto.html diz Haraway, e nem consegui terminar de ler o texto tal o chute no estômago que essa dona me deu. 

Pulando pra outro assunto e continuando no mesmo, ando tentando desenvolver uma topologia (ou quem sabe eu encontre uma, ou a fazemos coletivamente, que é a forma de produção de conhecimentos mais feliz já inventada. a autoria, como eu já disse, quero que vá pro inferno, e que também tome o mesmo rumo a autoridade de onde vem o conhecimento - é preciso ler o que escrevem os hakkers e a simantec) ... uma topologia que dê conta de analisar o espaço virtual e seus mecanismos, inclusive os mais cara-de-ingênuo, que em sua origem são mesmo, acredito, ingênuos, mas automatizam nosso agir, como são os diversos plugins do wordpress, por exemplo.

Nunca quiz, por exemplo, assinar os Feeds, tinha uma suspeita, de início um feeling meio amargo no fundo da garganta contra eles. Era também uma questão de preferência. De preferir googlar o assunto, descobrir outras coisas que eu nem tava procurando nos htmls que encontrava, sentia que o feed impunha uma certa limitação auto-imposta que remetia à minha caixa de e-mails que é a minha primeiríssima via de acesso à internet pelo hábito de abrir e-mails antes mesmo de googlar. Não queria fortalecer uma tendência que já é forte. E no entanto, você vai se lembrar que eu defendi aqui o uso do subscribe-to-comments. Era outro feeling inicial, posso estar redondamente enganada nas conclusão às quais cheguei. 
Ao mesmo tempo, eu comecei a defender a anti-autoria (que é contraditória em si, pois somos todos autores, mas fazia isso contra a autoridade ligada a outras coisas - o site específico, a publicação, a academia - e não ao assunto) e comecei a sentir que devia fazer longos comentários em outros blogs, pois se quero ser anti-autora, com a contradição de sê-lo, devia dar precedência ao espaço mais dialético e comunitário do comentário do que ampliar o do post no meu blog (o que traz à pauta, talvez, outras contradições: me ocorreu agora, por exemplo, que não sei se é possível procurar pela anarquia-organizada-segundo-outros-parâmetros do google o assunto do espaço de comentário e quai os limites dos dispositivos). Talvez eu possa receber a crítica de que estou muito pós-moderna. 
De qualquer maneira, continuo a defender o uso do subscribe-to-comments por possibilitar a continuidade da autoria coletiva, apesar de dirigir a entrada na internet pela caixa de e-mails.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo dentro da melhor das melhores academias, o analfabetismo cognitivo ocorre (comentários em <a href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7366855284699106501&amp;postID=3405111608134082953)" rel="nofollow">https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7366855284699106501&amp;postID=3405111608134082953)</a>. </p>
<p>Já somos cyborgs faz tempo <a href="http://www.stanford.edu/dept/HPS/Haraway/CyborgManifesto.html" rel="nofollow">http://www.stanford.edu/dept/HPS/Haraway/CyborgManifesto.html</a> diz Haraway, e nem consegui terminar de ler o texto tal o chute no estômago que essa dona me deu. </p>
<p>Pulando pra outro assunto e continuando no mesmo, ando tentando desenvolver uma topologia (ou quem sabe eu encontre uma, ou a fazemos coletivamente, que é a forma de produção de conhecimentos mais feliz já inventada. a autoria, como eu já disse, quero que vá pro inferno, e que também tome o mesmo rumo a autoridade de onde vem o conhecimento &#8211; é preciso ler o que escrevem os hakkers e a simantec) &#8230; uma topologia que dê conta de analisar o espaço virtual e seus mecanismos, inclusive os mais cara-de-ingênuo, que em sua origem são mesmo, acredito, ingênuos, mas automatizam nosso agir, como são os diversos plugins do wordpress, por exemplo.</p>
<p>Nunca quiz, por exemplo, assinar os Feeds, tinha uma suspeita, de início um feeling meio amargo no fundo da garganta contra eles. Era também uma questão de preferência. De preferir googlar o assunto, descobrir outras coisas que eu nem tava procurando nos htmls que encontrava, sentia que o feed impunha uma certa limitação auto-imposta que remetia à minha caixa de e-mails que é a minha primeiríssima via de acesso à internet pelo hábito de abrir e-mails antes mesmo de googlar. Não queria fortalecer uma tendência que já é forte. E no entanto, você vai se lembrar que eu defendi aqui o uso do subscribe-to-comments. Era outro feeling inicial, posso estar redondamente enganada nas conclusão às quais cheguei.<br />
Ao mesmo tempo, eu comecei a defender a anti-autoria (que é contraditória em si, pois somos todos autores, mas fazia isso contra a autoridade ligada a outras coisas &#8211; o site específico, a publicação, a academia &#8211; e não ao assunto) e comecei a sentir que devia fazer longos comentários em outros blogs, pois se quero ser anti-autora, com a contradição de sê-lo, devia dar precedência ao espaço mais dialético e comunitário do comentário do que ampliar o do post no meu blog (o que traz à pauta, talvez, outras contradições: me ocorreu agora, por exemplo, que não sei se é possível procurar pela anarquia-organizada-segundo-outros-parâmetros do google o assunto do espaço de comentário e quai os limites dos dispositivos). Talvez eu possa receber a crítica de que estou muito pós-moderna.<br />
De qualquer maneira, continuo a defender o uso do subscribe-to-comments por possibilitar a continuidade da autoria coletiva, apesar de dirigir a entrada na internet pela caixa de e-mails.</p>
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	<item>
		<title>By: Flavia</title>
		<link>http://www.carlosmagalhaes.com.br/archives/901/comment-page-1#comment-609</link>
		<dc:creator>Flavia</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 14:52:25 +0000</pubDate>
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		<description>Sim, é maravilhoso vir na página de um sociólogo e ver que ele retoma Geerts, sem preconceitos de que ele seja antropólogo, não sociólogo. Deve-se retomar tudo, a Wikipédia, a revistinha da turma da Mônica e suas idiossincrasias, o que há de liberador em Harry Potter, Walter Benjamim escrevendo sobre a naturesa do conto infantil e a astúcia, e reler a Pequena Sereia de Hans Cristian Andersen... voltar a Machadão. Ler o horóscopo da Revista Contigo e encontrar ai o reflexo de diversas ideologias, assim como a história do que não se tornou ciência, entre outras coisas, o desejo no mundo muderno de uma cosmologia que dê conta de explicar a vida e desviar outros tipos de pensamento que não instiguem a imaginação sociológica e que é reproduzida pela própria ciência biológica http://algodao.algumlugar.net/2009/04/teste-que-mede-o-generou-cerebro/, e que usa uma cosmologia similar à do horóscopo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, é maravilhoso vir na página de um sociólogo e ver que ele retoma Geerts, sem preconceitos de que ele seja antropólogo, não sociólogo. Deve-se retomar tudo, a Wikipédia, a revistinha da turma da Mônica e suas idiossincrasias, o que há de liberador em Harry Potter, Walter Benjamim escrevendo sobre a naturesa do conto infantil e a astúcia, e reler a Pequena Sereia de Hans Cristian Andersen&#8230; voltar a Machadão. Ler o horóscopo da Revista Contigo e encontrar ai o reflexo de diversas ideologias, assim como a história do que não se tornou ciência, entre outras coisas, o desejo no mundo muderno de uma cosmologia que dê conta de explicar a vida e desviar outros tipos de pensamento que não instiguem a imaginação sociológica e que é reproduzida pela própria ciência biológica <a href="http://algodao.algumlugar.net/2009/04/teste-que-mede-o-generou-cerebro/" rel="nofollow">http://algodao.algumlugar.net/2009/04/teste-que-mede-o-generou-cerebro/</a>, e que usa uma cosmologia similar à do horóscopo</p>
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		<title>By: Rafael</title>
		<link>http://www.carlosmagalhaes.com.br/archives/901/comment-page-1#comment-607</link>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 03:37:18 +0000</pubDate>
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		<description>Agora ficou mais claro...embora n acho q seja muito interessante analisar essa falência da crítica localizando em instâncias particularistas, tais como: escola privada, mídia etc... o problema é sócio-&quot;estrutural&quot; mesmo...por isso, tão difícil ! Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Agora ficou mais claro&#8230;embora n acho q seja muito interessante analisar essa falência da crítica localizando em instâncias particularistas, tais como: escola privada, mídia etc&#8230; o problema é sócio-&#8221;estrutural&#8221; mesmo&#8230;por isso, tão difícil ! Abraços</p>
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	<item>
		<title>By: leoabreu</title>
		<link>http://www.carlosmagalhaes.com.br/archives/901/comment-page-1#comment-601</link>
		<dc:creator>leoabreu</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 17:10:03 +0000</pubDate>
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		<description>olá.

Concordo contigo que é preocupante a falta de senso crítico na sociedade. E essa falta está permeada em diversos níveis.

Essa situação aprofunda, inclusive, a falta de auto-conhecimento e auto-crítica das pessoas. Não saber do que vc não gosta, já ajuda em muito a encontrar algo da sua preferência.

Sucesso!

Léo ABREU</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>olá.</p>
<p>Concordo contigo que é preocupante a falta de senso crítico na sociedade. E essa falta está permeada em diversos níveis.</p>
<p>Essa situação aprofunda, inclusive, a falta de auto-conhecimento e auto-crítica das pessoas. Não saber do que vc não gosta, já ajuda em muito a encontrar algo da sua preferência.</p>
<p>Sucesso!</p>
<p>Léo ABREU</p>
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